Por Camila Marques
Se levarmos em consideração os avanços tecnológicos, a resposta para o futuro dos jornalistas será um declínio na profissão. A maioria dos profissionais da área comunicacional crê que a internet é a maior vilã da crise que pode ocorrer nos meios jornalísticos.
O jornalismo sofreu modificações, tanto nos meios impressos quanto nos meios audiovisuais. Formas mais ágeis, como transmissão ao vivo e a apuração feita com velocidade, foram incorporadas ao telejornalismo. Com isso, os profissionais constantemente fazem reciclagem sobre os novos meios que podem ajudar no desenvolvimento do seu trabalho. O acesso às informações foi facilitado. Isso de certa forma ajuda o jornalista na distribuição da notícia que abrange uma porcentagem maior do público .
Com tanta facilidade, as pesquisas aumentaram, aparecendo, assim, jornalistas, digamos, “preguiçosos”, ou seja, aqueles que não precisam sair das redações para cobrir um acontecimento, ali mesmo de frente ao computador consegue de uma certa maneira fazer o seu serviço. Com tanta informação, o público pode começar a desconfiar das fontes e autores desses textos. Eles procuram textos com qualidade e credibilidade. Os estudantes de jornalismo, por sua vez, estudam para proporcionar isso ao leitor, telespectador, ouvintes e internautas.
Atualmente o profissional de jornalismo tem que ter o diferencial para sobreviver. Opções boas a serem seguidas são uma boa bagagem cultural, ser crítico, para comentar e interpretar as informações, ter domínio de ferramentas tecnológicas. Essas são algumas idéias que podem ajudar um jornalista a se destacar de outras pessoas “comuns” que distribuem informação.